BLOGS QUE DÃO LUCRO

Blogs que dão lucro   


Ser blogueiro já virou profissão. Conheça dois exemplos de gente que ganha a vida apenas esrevendo na Internet. Jorn Barger foi o editor do blog original robotwisdom e concebeu o termo “weblog” em 1997, definindo-o como uma página da Web na qual um diarista relata todas as outras páginas interessantes que encontra. Dez anos depois, os blogueiros estão por todos os lados na web.  Edney Souza,  largou seu emprego de gerente de sistemas da Divicom em agosto de 2005,  para viver somente do seu blog. Outro exemplo é o de Lúcio Ribeiro, que trocou a redação de um dos maiores jornais do país para se dedicar a um blog voltado para a música.

Links para os sites da matéria:
Blog do Lucio Ribeiro
Interney

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

A VELOCIDADE DA IMAGEM NO JORNALISMO ON LINE

A digitalização da imagem promove uma revolução na forma de se comunicar nos dias atuais. O site ultimo segundo, dá bem a idéia do que estou falando. Pioneirismo no jornalismo on-line, tecnologia avançada, atualização constante – a cada minuto uma notícia nova é colocada no ar, além da cobertura em tempo real.
O site nasceu com a Internet para fazer jornalismo on-line. Bem diferente daqueles jornais que colocam ema versão- espelho do seu impresso na rede. compare com a versão estática do Jornal Tribuna de Minas e verá na prática i que estou dizendo. nesse contexto, o primeiro é bala, o outro papel (da bala).
O site de notícias Último Segundo disponibilizou online o seu manual de redação, tornando públicos regras e princípios editoriais. A iniciativa busca dar mais clareza aos processos e padrões usados pelo jornal on line do iG na apuração, edição e publicação de notícias.
Interessante para análise dos formatos utilizados por sites que trabalham especificamente com produção jornalística para internet.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Diploma para Jornalistas (de novo a baila…)

É chegada a hora de Jornalistas, estudantes de comunicação, entidades de classe e professores se mobilizarem em favor da campanha promovida pela Federação Nacional dos Jornalistas em defesa da obrigatoriedade do diploma para o exercício profissional em jornalismo. A votação do Recurso Extraordinário RE/511961, que pretende acabar com a regulamentação da profissão está prevista para este mês, período em que serão intensificadas as ações públicas em favor do diploma promovidas pela FENAJ e os Sindicatos. Sigam o link e no canto direito da página, clique no ícone “eu apóio a campanha”. COMUNICAÇÃO É  ÁREA DO CONHECIMENTO. Diploma já!

Participem.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Oba Oba em Brasília

Oba, Oba ! Nossa democracia está mesmo meio capenga. Está aberta a temporada de espionagem no Brasil. Grampearam os telefones de autoridades em Brasília: tome gritaria.  Os “Arapongas” da Abin estão a fim de saber de tudo, mas vá saber pra quê.

 Enquanto postava aqui, o diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa estava no Senado para conversar com os presidentes da Câmara, Arlindo Chinaglia, e do Senado, Garibaldi Alves Filho, a respeito das investigação dos grampos telefônicos dos bam-bam-bans do Executivo, Legislativo e Judiciário. Garibaldi afirma não pretender designar parlamentares para acompanhar as investigações, mas que o Senado está à disposição para ajudar. Mas a casa também investiga  o fato. Quem mandou bem, foi  a Ministra da casa Civíl, Dilma Rouseff, ao parafrasear um poema de Martin Niemöller, para critica essa onda de grampos telefônicos: “É aquela história sobre o nazismo. Primeiro, foram os judeus; depois, os opositores ao regime; na sucessão, o povo inteiro”, disse a Ministra. De grampo em grampo, vai se assaltando a constituição, e o Brasil toma contornos sombrios de um Estado policialesco.

 E ainda há quem culpe nosso capitalismo tardio, ou então, se consolem dizendo que nossa democracia  é muito jovem ainda.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Heterarquia X Hierarquia = o fim da verticalidade nas redações?

No sistema de “Heterarquia,” as decisões não seguem um padrão centralizado e vertical, ( muito comum nas redações de grandes Jornais e conglomerados) própios de um sistema hierárquico. Na heterarquia, as decisões e formas de organização são feitas de forma decentralizada e é claro, entre iguais.

 

Pois assim, passou a ser “a novidade” nos processos de feitura da notícia, onde leitores, ouvintes e espectadores participam deste processo. Esse processo heterárquico responde aos anseios da maioria seguindo uma ordem estabelecida por todos. Não confundir com anarquia, que não responde a ordem alguma, nem com Tetrarquia, esse último, um sistema de governo bem interessante.

Nesse ambiente sem chefes, onde discordar pode ser o caminho, onde as decisões podem demorar um pouco mais, tem muita gente apostando em resultados mais abrangentes.

Como nem tudo são flores, desvantagens existem. Segundo o  Professor de Jornalismo On-line no curso de Mídia Eletrônica, Faculdades ASSESC (Florianópolis, Carlos Castilho, uns dos problemas que se deve tomar cuidado é com a polifonia, que pode atrasar as tomadas de decisões.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Informação é mesmo poder?

       Ando meio desconfiado sobre esse papo de que informação é poder. Senão vejamos, o Google vai mesmo dominar o mundo?

       Faz tempo que a informação é uma commodity. Agora, porém, vivemos um novo momento. No lugar de commodity, que indica sempre um produto com preço e negociável, a informação tornou-se um contexto. Explico-me: são muitas as fontes de informação, que é como se o leitor/espectador/ouvinte  estivesse mergulhado num contexto informacional. Cada vez menos, ele precisa pagar pela informação. Isso começou com o rádio (sempre foi free), cresceu com a TV (idem), explodiu com a internet (que trouxe o modelo gratis para o texto e foto) e se consolidou com os jornais gratuitos ou de preço simbólico. Parece-me que, agora, a nova commodity (paga) seja a análise. As pessoas não se dispõem mais a pagar pela informação, apenas pelo aprofundamento e pela análise.    Estão aí a TV por assinatura, as revistas e alguns impressos que não conhecem crise.  

     Quanto ao Google, talvez eles dominem mesmo o mundo, mas não por reterem a informação, e sim por disponibiliza-la de forma livre e democrática.

 Será um futuro open source.

Será? 

3 Comentários

Arquivado em Uncategorized

O RIO SÃO FRANCISCO E O CERRADO

 

.


    Foto: Marcos Vicente (uso autorizado desde que se mencione o crédito) Ago 2008

 

 O Rio São Francisco é lindo. Lindo e azul. Essa constatação fiz em recente viagem a Três  Marias – MG.  Como objetivo, fisgar alguns matrinxãs, pacús, piáus e outros bichos da fauna aquática, além dar um tempo na rotina estressante que a vida nos impõe.  Pois bem, o rio é lindo, tanto que parece que não vou encontrar outro que seja equivalente em beleza.  Desliza pelo vale abundante, com seu tom azul, salpicado de verde. Talvez seja colorido para compensar o tom quase pastel do cerrado que o emoldura. O rio é vivo, de peixes, aves, animais de todas as espécies, sobretudo de pescadores, que se amontoam á suas margens e no vai- e- vem dos barcos. Sim, o rio da integração nacional é lindo. Lindo e azul.

     Mas o que mais me chamou atenção foi o cerrado. Só o tinha visto em imagens ou da janela do carro, em outras viagens. Para alguém acostumado com o verde da mata atlântica como eu, confesso, a primeira impressão que se têm desse bioma, é a de uma paisagem desoladora.

 

Cerrado em época de Seca    Marcos Vicente Ago 2008

 

 Árvores retorcidas que parecem vivas de teimosas, solo arenoso, às vezes pedregoso, onde nem um matinho mais atrevido teria a menor chance de germinar fora da época das águas. E o calor?  Vem do solo, parecendo um bafo quente de dragão, a sensação térmica é de 50°C mais ou menos. Mas basta o olhar se acomodar que o cerrado revela ao visitante suas belezas. A fauna e a flora do cerrado é um espetáculo a parte. Fica meio que escondida, depende muito da sensibilidade dos sentidos de quem vê. Cheiro de mel, das flores, o canto dos pássaros, a cor das flores, formas diversas, o uivo dos lobos e o canto das emas. O cerrado é vivo e lindo. Lindo e colorido.

O fato é que o cerrado sempre foi    considerado o primo pobre dos ecossistemas Brasileiros. Há muita preocupação com a degradação da mata atlântica e mais recentemente com a Amazônia, mas o cerrado, bem perto de nós mineiros, contém espécies variadas e tradicionais na medicina popular, amplamente usadas por aqueles que o habitam. Essas espécies correm o risco de se perderem, antes mesmo que  se conheça mais profundamente suas composições químicas e seus benefícios de cura. O avanço da soja, das monoculturas e a destruição do cerrado para a produção de carvão vegetal para a siderurgia vêm ameaçando esse ecossistema.

O cerrado é a mãe das nascentes, se o desmatamento continuar, nossas reservas de água será seriamente ameaçada. Fui e vi as belezas de três Marias e região. Deixo aqui postado minha indignação com aqueles que degradam tão importante bioma. Preservação é a palavra. Pretendo voltar lá e encontrar tudo como estava,ou quem sabe, melhor.

1 comentário

Arquivado em Uncategorized